Numa tarde chuvosa e pouco favorável para a prática de bom futebol, o GIL VICENTE saiu de Aveiro com um empate a zero. O Beira-Mar fez desta maneira, o terceiro empate consecutivo, sendo curioso que todos eles acabaram sem golos.
Ambas as equipas entraram com um futebol com pouco brilho e disputavam equilibradamente os primeiros minutos de jogo. A par do desenvolvimento da partida, a equipa auri-negra ia evitando as investidas dos nossos jogadores e superiorizava-se, alcançando a baliza gilista maioritariamente através de lances de bola parada.
Na segunda parte, o jogo continuava equilibrado, mas o GIL VICENTE avançava progressivamente no terreno criando alguns embaraços na defensiva aveirense, que justificava o facto de ser a defesa mais sólida da prova. Diogo Santos teve uma grande oportunidade para colocar a equipa barcelense na frente do marcador, mas a bola fugiu-lhe por centímetros, escapando para a linha de fundo. João Vilela também teve nos pés o golo gilista, mas perante a hesitação do médio centro, a defesa do Beira-Mar conseguiu evitar os festejos e ceder canto.
Nos últimos minutos, a pressão efectuada pelos visitados era notória, tendo enviado mesmo uma bola à barra. A defesa barcelense conseguiu suster tal pressing dos aveirenses e manteve o empate a zero final.
Jogador-Chave: Pedro Ribeiro - o central dominador esteve todo o jogo concentrado e fez alguns cortes cruciais. Corajoso e impetuoso, o jogador gilista esteve em destaque no Estádio Municipal de Aveiro.
De registar também um episódio que já não se presenciava há bastante tempo em qualquer jogo, ou qualquer estádio, que foi o facto da polícia interditar a entrada de material da Nação Barcelense, nomeadamente, o bombo, megafone e faixa. Se as regras fossem para todos, seria compreensível, mas mesmo chamando à atenção para todo o material semelhante utilizado pela claque da casa, a bófia não atendeu aos alertas dados pelos membros da nossa claque. Um momento dispensável e que mesmo assim, não nos fez deixar de cantar por Ti!
Na segunda parte, o jogo continuava equilibrado, mas o GIL VICENTE avançava progressivamente no terreno criando alguns embaraços na defensiva aveirense, que justificava o facto de ser a defesa mais sólida da prova. Diogo Santos teve uma grande oportunidade para colocar a equipa barcelense na frente do marcador, mas a bola fugiu-lhe por centímetros, escapando para a linha de fundo. João Vilela também teve nos pés o golo gilista, mas perante a hesitação do médio centro, a defesa do Beira-Mar conseguiu evitar os festejos e ceder canto.
Nos últimos minutos, a pressão efectuada pelos visitados era notória, tendo enviado mesmo uma bola à barra. A defesa barcelense conseguiu suster tal pressing dos aveirenses e manteve o empate a zero final.
Jogador-Chave: Pedro Ribeiro - o central dominador esteve todo o jogo concentrado e fez alguns cortes cruciais. Corajoso e impetuoso, o jogador gilista esteve em destaque no Estádio Municipal de Aveiro.
De registar também um episódio que já não se presenciava há bastante tempo em qualquer jogo, ou qualquer estádio, que foi o facto da polícia interditar a entrada de material da Nação Barcelense, nomeadamente, o bombo, megafone e faixa. Se as regras fossem para todos, seria compreensível, mas mesmo chamando à atenção para todo o material semelhante utilizado pela claque da casa, a bófia não atendeu aos alertas dados pelos membros da nossa claque. Um momento dispensável e que mesmo assim, não nos fez deixar de cantar por Ti!
Fotografia: João Freitas (www.beta.beiramar.pt)
20:42
Nação Barcelense



2 comentários:
Caros amigos de Barcelos. Em nome dos Ultras Auri-Negros tenho a lamentar o vosso episódio com a polícia, é apenas uma amostra do que temos passado desde 2007/2008 no nosso próprio estádio. A partir daí em nenhum jogo em casa pudemos utilizar megafone, bombo, bandeiras, faixas e estandartes. Às vezes até nos perguntavamos se algum dia no nosso próprio estádio poderíamos entrar com cachecol ou com t-shirt com a referência à palavra "Ultras".
A vossa análise no último parágrafo parece-me incorrecta, uma vez que os vossos membros nesse mesmo jogo possuíam bandeiras e a nós tal não é permitido! Exacto, as regras não são iguais para todos. A nossa faixa principal só este ano a têm deixado passar se taparmos a palavra "Ultras". Uma vez que o termo "auri-negros" é abrangente a todo e qualquer adepto do Beira-Mar e mesmo à equipa de futebol pelas suas cores.
Forte abraço de Aveiro
Caro Gabriel,
é óbvio que não vos imputamos qualquer tipo de responsabilidade no que toca a este episódio. Acusamos, sim, as forças de segurança que nos receberam de modo intolerante. Não acho que o facto de nos dizerem que estavam a fazer o seu trabalho, sirva de justificação para a maneira como agiram, porque ao estarem tão preocupados com o material ultra, esqueceram-se de nos revistar. Isto é, ao atentarem tanto a estas mesquinhices e não deixarem entrar os nossos objectos, poderiam ter deixado entrar armas brancas e outros objectos bem mais perigosos.
A nossa faixa também não tinha qualquer tipo de frase/palavra alusiva a "ultra". Quanto às bandeiras, é mais uma prova da estupidez que caracteriza a moina do nosso país.
Espero que quando vierem a Barcelos tragam o vosso material, porque até agora, ninguém tem tido qualquer tipo de interdição. Os Brigata Azzuri, trouxeram todo o seu material e puderam apoiar o seu clube sem qualquer tipo de percalço.
Um grande abraço e continuação de uma boa época!
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