O Gil Vicente foi ontem derrotado na Póvoa de Varzim, frente a um adversário directo que também luta pela manutenção. O jogo correu de feição para a equipa poveira que se adiantou no marcador aos 8´, num livre executado por Mendes. Até ao intervalo, os gilistas tentaram anular a desvantagem e criaram situações iminentes de golo, três das quais que deveriam ter merecido uma melhor atenção por parte do árbitro Jorge Tavares: aos 12´ e após canto de Rodrigo Galo, Dagil cabeceia e Pica tocou a bola com a mão. Perante os protestos gilistas, o juiz aveirense mandou seguir o jogo. À passagem da meia-hora, nova situação de grande penalidade a favor do Gil Vicente, agora por Telmo que jogou a bola com a mão. De novo o árbitro não assinalou o castigo máximo.
Sob a hora do intervalo, Rui Pedro é derrubado por Pedro Santos na área poveira, merecendo de forma injusta, o mesmo critério dos lances anteriores que prejudicaram de forma clara a equipa de Paulo Alves.
Na segunda parte e já com Owusu em jogo, a equipa barcelense apareceu mais audaciosa e chegou ao empate, por Rodrigo Galo, num remate cruzado. O jogador brasileiro atirou com jeito a bater Marafona. Continuando a pressionar o adversário, Owusu, em duas situações, poderia ter marcado, mas o guardião poveiro aplicou-se e não deixou que a sua baliza fosse de novo “violada”.
Remetidos à defensiva, o Varzim só raramente aparecia na área gilista, também tentando chegar ao golo. Em tempo de descontos (96´), Abreu aplicou forte remate que viria a ditar o resultado final, de todo injusto, dado que a equipa barcelense foi a que melhor esteve em campo e a que obteve mais situações para marcar.
Sob a hora do intervalo, Rui Pedro é derrubado por Pedro Santos na área poveira, merecendo de forma injusta, o mesmo critério dos lances anteriores que prejudicaram de forma clara a equipa de Paulo Alves.
Na segunda parte e já com Owusu em jogo, a equipa barcelense apareceu mais audaciosa e chegou ao empate, por Rodrigo Galo, num remate cruzado. O jogador brasileiro atirou com jeito a bater Marafona. Continuando a pressionar o adversário, Owusu, em duas situações, poderia ter marcado, mas o guardião poveiro aplicou-se e não deixou que a sua baliza fosse de novo “violada”.
Remetidos à defensiva, o Varzim só raramente aparecia na área gilista, também tentando chegar ao golo. Em tempo de descontos (96´), Abreu aplicou forte remate que viria a ditar o resultado final, de todo injusto, dado que a equipa barcelense foi a que melhor esteve em campo e a que obteve mais situações para marcar.
in: Barcelos Popular
03:44
Nação Barcelense



0 comentários:
Enviar um comentário