O Gil Vicente foi este domingo à Vila das Aves vencer o Desportivo local por 2-1, depois de ter estado a perder, e isolou-se na liderança da Liga de Honra, à 4.ª jornada.
Num jogo marcado pela intensa chuva e vento, que obrigou mesmo ao cancelamento da transmissão televisiva programada, o conjunto de Barcelos fez uma grande segunda parte e justificou o triunfo, depois de os anfitriões terem sido superiores na primeira parte, na qual se podem queixar de uma grande penalidade não assinalada.
Com um relvado em péssimas condições, assistiu-se ao jogo possível, sobretudo na primeira parte. No segundo tempo, com a chuva a dar algumas tréguas e com o vento a seu favor, a equipa de Barcelos reagiu e virou o resultado com golos de André Cunha (51 minutos) e Rodrigo Galo (74'), depois de Vasco Matos ter colocado o Aves em vantagem (32').
Pedro Cervantes esteve em destaque nos primeiros minutos, com dois remates perigosos (5' e 10'), e à passagem da meia hora foi derrubado na grande área, quando tentava ladear o guarda-redes gilista, mas Pedro Proença não assinalou a respectiva grande penalidade.
O Aves, contudo, chegaria ao golo pouco depois (32 minutos), através de Vasco Matos, que rematou rasteiro e colocado de fora da área, levando a bola a embater ainda no poste esquerdo antes de entrar.
Pouco depois do reatar da partida (51 minutos), o Gil Vicente chegou ao empate: lance bem trabalhado do seu ataque e André Cunha, na cabeça da área, a rematar com o pé esquerdo, colocado, sem hipóteses para Hélder Godinho.
O Gil Vicente era agora a melhor equipa em campo e podia ter marcado por Ramazotti (54 minutos) e Zé Luís (55'), enquanto a equipa da casa desceu muito de produção na segunda parte, sendo digno de registo apenas um cabeceamento sem convicção de Gonçalo (65') e um remate às malhas laterais de Rabiola, já em período de descontos.
A vitória da equipa de Barcelos foi selada aos 74 minutos, com um novo bom golo, na mesma zona do terreno, mas agora através do pé direito de Rodrigo Galo.
Com um relvado em péssimas condições, assistiu-se ao jogo possível, sobretudo na primeira parte. No segundo tempo, com a chuva a dar algumas tréguas e com o vento a seu favor, a equipa de Barcelos reagiu e virou o resultado com golos de André Cunha (51 minutos) e Rodrigo Galo (74'), depois de Vasco Matos ter colocado o Aves em vantagem (32').
Pedro Cervantes esteve em destaque nos primeiros minutos, com dois remates perigosos (5' e 10'), e à passagem da meia hora foi derrubado na grande área, quando tentava ladear o guarda-redes gilista, mas Pedro Proença não assinalou a respectiva grande penalidade.
O Aves, contudo, chegaria ao golo pouco depois (32 minutos), através de Vasco Matos, que rematou rasteiro e colocado de fora da área, levando a bola a embater ainda no poste esquerdo antes de entrar.
Pouco depois do reatar da partida (51 minutos), o Gil Vicente chegou ao empate: lance bem trabalhado do seu ataque e André Cunha, na cabeça da área, a rematar com o pé esquerdo, colocado, sem hipóteses para Hélder Godinho.
O Gil Vicente era agora a melhor equipa em campo e podia ter marcado por Ramazotti (54 minutos) e Zé Luís (55'), enquanto a equipa da casa desceu muito de produção na segunda parte, sendo digno de registo apenas um cabeceamento sem convicção de Gonçalo (65') e um remate às malhas laterais de Rabiola, já em período de descontos.
A vitória da equipa de Barcelos foi selada aos 74 minutos, com um novo bom golo, na mesma zona do terreno, mas agora através do pé direito de Rodrigo Galo.
in Record
20:21
Nação Barcelense



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